terça-feira, 7 de outubro de 2014

E assim me despeço


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Tudo tem um início e um fim. Nada é para sempre. E por isso venho partilhar convosco que esta viagem termina aqui. Há muito que esta dúvida me assaltava o espírito, e de dia para dia, a resposta foi ficando clara. Esta resolvido o quebra-cabeças.

Este mundo da blogosfera é infinito, e um pouco à semelhança da vida real, aqui há de tudo um pouco. Eu, pertenci aos genuínos, nunca fui um alter-ego. Fui apenas eu própria. De mentira ou ilusão, apenas o nome Benedita (perdoem-me). De resto, o que aqui partilhei e a intensidade com que o fiz, foi exactamente proporcional ao que efectivamente vivi. De bom, ou de mau.

Obrigada a quem fez parte desta viagem. Obrigada a quem já vinha da viagem anterior. E obrigada a quem entretanto, saltou desta dimensão para o meu mundo real.

Não querendo fazer referências directas, levo daqui uma admiração especial por alguns autores. Histórias que jamais esquecerei e que ficarão comigo.

Porque gostaria que a maioria lesse o agradecimento que deixo a todos, o Pousos vai ficar aberto durante mais uns dias, mas será entretanto, definitivamente eliminado.

ÚLTIMO PRESSÁGIO: FAÇAM O FAVOR DE SER FELIZES!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Agora, aguenta!


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Escrevo a partir do centro da minha revolta. Descobri que não sou uma super-mulher.
Foda-se.

BOM PRESSÁGIO: Quando cair no buraco, posso sempre iniciar-me no desafio da escalada à unha...

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Sou assim. Ponto.


Desde muito miúda que me revelei um ser sensível


Intenso 


Infinito na necessidade de existir nos outros


E de regressar a mim própria com  as recordações de amor


que cultivava nos corações amigos. 


Desde miúda que me entreguei de corpo e alma


ao que, e a quem de mim precisasse.


Fui muitas vezes a coragem, 


a felicidade,


e a alegria alheia. 


E agora que cresci, a existência é a mesma. 

BOM PRESSÁGIO: Vou cuidar da minha sensibilidade, que ela vale ouro. Para mim, pelo menos.
Imagens retiradas da Internet

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

(Des)Conversas de consciência

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Consciência - Quantas vezes...?
Benny - Umas tantas, não sei bem...
Consciência - Tantas quanto...?
Benny - Umas tantas quantas, sei lá. Tantas quantas tiveram de ser...
Consciência - E agora...?
Benny - Junta mais uma vez às tantas quantas...

BOM PRESSÁGIO: Os quebra-cabeças exercitam o cérebro.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Inner Benny

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Tenho levado muito tempo a aceitar que o meu altruísmo me ultrapassa a mim própria. Assumo que tenho em muitas situações colocado em primeiro lugar o bem-estar dos outros, descurando assim o meu próprio bem-estar. Sou até por isso supradita Irmã Teresa de Calcutá, e não me soa a que seja na perspectiva de um feito, mas sim, de um defeito.

Materializada numa presunção estúpida de que posso sofrer no lugar do outro, sempre me pautei por assumir eu as questões das cedências, das flexibilidades e até a dos sacrifícios. Talvez por ter sido lançada a tantas provações e tão duras e tão cedo, me tenha capacitado que somos mais do que acreditamos, podemos mais do que julgamos e somos mais fortes do imaginamos.  Isso eu sei-o bem. Se sei.

Assumi as tais cedências, flexibilidades, sacrifícios, cometendo uma falha na falta da assertividade necessária à salvaguarda da minha estabilidade emocional e à salvaguarda do equilíbrio das relações que estabeleço com os outros. As minhas atitudes altruístas passaram a ser vistas como algo natural e exigível. E essa visão tornou-se não só a dos outros, mas também a minha própria.

Embora hoje seja uma mulher mais experiente e mais completa, não perdi a minha vulnerabilidade, a dúvida, o distúrbio. Não sou uma criatura inteiramente segura de si própria, permanentemente coesa e iluminada. E ainda bem que não. E portanto, neste novo momento de introversão, continuo a mesma altruísta, que vai rodopiando na balbúrdia soprada pelos ventos contrários gerados pelos objectivos, conceitos, ideais, ideias, idiotices e genialidades, que procuram encaixe.

Eu já percebi sim. Estou feita num 8. Vá. Num 80.

BOM PRESSÁGIO: Mas eu, chego lá!

Cumprir o desafio em falta...

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Há quanto tempo não via passar um desafio aqui pelo estaminé! E este foi-me lançado pela querida Anita do blogue A Minha Vidinha. Vamos lá então:

1- O que você não sai de casa sem!
   Anel e relógio

2- O animal favorito!     

    Cão 
  
3- Sapato favorito!
    os extremos, sandálias ou botas

4-Produto de maquilhagem indispensável!    
   Rimel

5-Maior sonho!
   Ver o meu filho crescer saudável e feliz



6-Maior defeito!
  Ser demasiado altruísta

7-O que me irrita nas pessoas!

   A falta de consideração e a falta de educação

8-Comida favorita!

   Bacalhau espiritual

9- Doce ou salgado!

    Doce 

10- O que te deixa feliz!

     O sorriso do meu filho!


11- Escolher 5 blogues para este desafio 


Este desafio já circula há tanto tempo que não consigo ter noção quem o fez ou foi pelo menos convidado, por isso, vou deixar o desafio a quem lhe apetecer levar. 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Em desconstrução...


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É assim que se costuma dar. Instala-se a introspecção, aumenta a necessidade de escrever. Atropelam-se as emoções na ânsia de todas ganharem um lugar na consideração. As palavras inquietam-se, agitam-se, procuram por impulso colar-se às que estão mais perto da saída para, e de uma forma negligente, serem substanciadas, independentemente do que resultar da sua combinação. Memórias esfarrapadas e empoeiradas, copos entornados, espelhos partidos, vencem a consciência numa corrida cega, e ramificam-se ferozmente, ganhando a asfixia do âmago, retirando o brilho à essência e secando o coração.

But I'm holding on for dear life, won't look down, won't open my eyes
Keep my glass full until morning light, 'cause I'm just holding on for tonight
Help me, I'm holding on for dear life, won't look down, won't open my eyes
Keep my glass full until morning light, 'cause I'm just holding on for tonight
On for tonight...
Sia - Chandelier

BOM PRESSÁGIO: Se estiver frio visto um agasalho. Se chover espero que pare. Porque há sempre uma solução.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A mim, aconteceu-me... # 4




Ontem este pequeno apareceu na minha sala. Entrou pela janela da cozinha. Assustadiço, acabou por aceitar o meu colo, e eu entrei em pânico! Não podia ficar com ele, mesmo sabendo que seria a maior alegria do meu filho. Convivendo com amigas que fazem parte de associações, estava segura de que quereriam dar-me um gatinho e não ficar com mais um. Já em modo de desespero liguei a 3 boas amigas à espera que uma solução milagrosa. Mas não havia. Deram-me a sua solidariedade e consolo. Teria de devolvê-lo à rua. 

Assim o fiz, com lágrimas de uma culpa que não era minha, e com uma tristeza atroz no coração. Chorei imenso quando regressei a casa. Não houve mais alegria o resto da noite. 

Hoje durante o dia fui pensando o que seria feito do branquinho.

De regresso a casa, à cautela, abri uma fresta ultra-mínima da janela, não fosse o caso dele voltar a aparecer, embora o achasse já longe, passadas tantas horas. Num dos momentos em que voltei à cozinha, lá estava ele, como que a pedir-me uma segunda ajuda. Trazia uma orelha toda arranhada, de uma noite certamente difícil. E já não lhe virei as costas! 



A minha primeira preocupação foi dar-lhe comida pois miava imenso, e era certamente fome. Enquanto bebia um pouco de leite, bati na porta da minha vizinha do lado que também tem uma gatinha e pedi-lhe um pouco de areia. Deu-me também ração. Primeiro trataria dele e depois então procuraria uma solução, que chegou logo ali, no coração da minha vizinha A.: 

- vai ali à loja dos animais que eles aceitam! - Com as associações cheias de animais, não acreditei muito. 

A A. disponibilizou-se a ir lá comigo nesse mesmo momento, pois a loja estava perto da hora de encerramento. O puto-reguila em pijama, eu abraçada ao gato, a A. ao volante e lá fomos. Entrei, expliquei o que acontecera e eles pegaram nele e disseram:

- não se preocupe. Nós vamos arranjar-lhe uma família. - Eu nem queria acreditar! 
- A sério?! 

Tive um ataque de choro, abraçei-me à A., e agradeci do fundo do coração!

Não tive oportunidade de me despedir de ti pequeno, mas agradeço-te este desafio e espero que tirar-te da rua, tenha sido o melhor que te aconteceu

Às minhas 3 grandes amigas, S., P. e M. obrigada não por este momento, mas por todos. E à minha vizinha A., uma gratidão para o resto da vida, e que o momento complicado que acabei por saber que está a passar, termine bem rápido.

BOM PRESSÁGIO: Sinto-me leve, limpa, feliz...

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Tesourinho Lamechas "Aqui Me Confesso" # 9


Como te perdi - 19/07/2011

Hoje sonhei com o meu irmão mais velho. L. Estava vivo e tranquilo. No sonho era sabido que estava ali como espírito, como uma luz, ainda que assumindo a sua imagem de ser terreno.

Creio que me veio beijar, porque me sente feliz. Muito feliz!

Foi um sonho leve, claro, iluminado. "Tinha tantas saudades tuas mano!"

Ao acordar, não pude evitar recordar como partiste...

No Natal de 2000, procuraste-me no meu serviço. Andavas profundamente infeliz, vazio, despojado de qualquer sentimento que te preenchesse, ainda que eu tentasse alimentar-te. Não querias continuar vivo. Sentias que era irreversível a tua condição de farrapo humano...

Disseste-me nesse momento, o quanto me adoravas, que eu era a tua mana querida. Recordaste o momento em que nasci e como isso tinha sido para ti, uma fortuna. Estavas na Vila a 9 km. Eu havia nascido na cidade. Pegaste na tua bicicleta e pedalaste até me teres nos teus braços e beijares-me a pele rosadinha.

Nesse dia que me procuraste, disseste que estavas ali para te despedires de mim. Que não voltaríamos a estar juntos. Desesperei! Reconheci o diálogo do nosso pai, semanas antes de pôr termo à vida. Em lágrimas abracei-te e implorei:

- Não faças isso mano! Não me deixes sozinha! Um dia que tenha um filho, ele não terá família!

Partiste sem que eu soubesse, que novidades ouviria sobre ti. Felizmente nada aconteceu...

No dia do meu aniversário, 5 meses depois deste momento terrível, ligaste a dar-me os parabéns:

- Mana! Parabéns! O mano gosta muito de ti querida! Nunca te esqueças disso!

Achei que estavas tocado pelo sentimento por eu completar 25 anos.

Três dias depois, o nosso irmão R., com quem não falava há três anos, desde a morte do nosso pai, ligou-me para o telemóvel:

- Estou? - atendi
- Então mana, estás boa?

Que surpresa fiquei por me estar a ligar!

- Estou bem, e tu?
- Também. Olha, 'tou a ligar para te dizer que o mano morreu.
- Como?!
- Sim. O mano L. morreu.

Não queria acreditar... não queria aceitar... queria morrer contigo.

Mas esta noite vieste-me beijar! Porque tens-me acompanhado no meu sofrimento e agora sabes que estou a atravessar um momento de Paz.

CONFESSO que tenho dias que acredito que me vais surgir a qualquer momento...

Recordei este post, porque hoje seria o dia do seu aniversário. Decidiu deixar de o comemorar ao 40. 

Farias hoje 54 anos. Saudades, mano!

BOM PRESSÁGIO: Tenho boas memórias nossas para recordar.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Work OFF. Holidays ON.


 

Bem, parece que chegou o momento de ir de férias e ver se consigo recuperar do estado amórfo em que tenho sobrevivido ultimamente. Ainda preciso de ganhar ritmo, e ganhar entusiasmo, mas já estou a fazer por isso, senão vejamos, pintei as unhas de super-hiper-mega rosa flurescente (medo!) a pedido do Puto-Reguila. Se o São Pedro se decidir de uma vez por todas a soltar o verão do cativeiro em que o alcafornou, talvez consiga ficar morenaça e o verniz escolhido pelo filho, possa "bater". E não me fiquei por aqui! Para comprovar que estou mesmo empenhada em ser absorvida pelo espírito das férias, hoje o Rei convenceu-me a comprar um bikini. Não fosse o super-preço, nem me teria dado ao trabalho. E o meu rico bikini tem um cuecão para lá de grande! Diz que é o 14. Não sei a que 40'ntão corresponderá mas também não quero saber. E não percam tempo a apresentar-me a conversão nos comentários, sim amoris? Benizinha não quer mesmo saber!!!

Anyway, tenho a noção que este ano está tudo ao contrário. Sem pica, sem excitação, sem energia. O que me leva a pensar que se calhar, começa mal, mas vai terminar muito bem! Dúvido que consiga resistir ao Slide & Splash ou à Isla Mágica!

BOM PRESSÁGIO: Pelo menos durante 15 dias, o sacana do despertar não vai guinchar à 06h30m.

domingo, 27 de julho de 2014

Fosga-se...

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Mesmo existindo com toda a certeza uma explicação para o facto, e note-se, muito provavelmente uma explicação até validada por Freud, acho totalmente desconcertante, o companheiro que se deitou com o nível de álcool bem atestado, ao ser acordado a meio da noite  pela sua cara-metade de há 3 anos, este lhe chame o nome da ex-mulher. Duas vezes seguidas.

Pois, claro, o homem estava embriagado, mas é mesmo por isso. Acho que se instala aquela sensação do quem fala verdade são as crianças e os bêbados... estão a ver?  É que, o álcool funciona muitas vezes como uma espécie de soro da verdade, que despe a alma de quem bebe... e que faz o outro sentir-se despido de si prórpio. Afinal de contas, não é o seu nome que é pronunciado...

Viv'ó Freud que de certeza deita estas sensações por terra. Ou não.

BOM PRESSÁGIO: Ainda bem que o meu senhor não apanha bezanas.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Ó mulher... mexe-te!


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Não me reconheço nestes últimos tempos. Sempre fui uma pessoa de convicções. E de decisões. Certas ou erradas nunca me acomodei, nunca me resignei, nunca me conformei. Com maior ou menor dificuldade, segui sempre em frente. Sempre fui uma pessoa com motivação elevada para desafios. E quanto mais complexos fossem, melhor. E agora sinto-me assim, sem ânimo, sem energia, sem vontade, semblante pesado e sério. Durmo mal, tenho sempre vontade de comer este mundo e o outro, e a grande maioria das rotinas diárias são feitas com espírito de sacrifício. Sim, férias talvez ajude, uns canecos também não é mal pensado, mas até pensar nisso, me cansa...

BOM PRESSÁGIO: Sei lá.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

E paciência... há?

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Venho um pouco cá mais atrás nesta maratona que é a Vida, mas tal como à grande Meryl Streep, a mim também já me vai faltando a paciência para muita coisa...

"Já não tenho paciência para algumas coisas, não porque me tenha tornado arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto da minha vida em que não me apetece perder mais tempo com aquilo que me desagrada ou fere. Já não tenho pachorra para cinismo, críticas em excesso e exigências de qualquer natureza. Perdi a vontade de agradar a quem não agrado, de amar quem não me ama, de sorrir para quem… quer retirar-me o sorriso. Já não dedico um minuto que seja a quem me mente ou quer manipular. Decidi não conviver mais com pretensiosismo, hipocrisia, desonestidade e elogios baratos. Já não consigo tolerar eruditismo selectivo e altivez académica. Não compactuo mais com bairrismo ou coscuvilhice. Não suporto conflitos e comparações. Acredito num mundo de opostos e por isso evito pessoas de carácter rígido e inflexível. Na Amizade desagrada-me a falta de lealdade e a traição. Não lido nada bem com quem não sabe elogiar ou incentivar. Os exageros aborrecem-me e tenho dificuldade em aceitar quem não gosta de animais. E acima de tudo já não tenho paciência nenhuma para quem não merece a minha paciência."

Meryl Streep

BOM PRESSÁGIO: Haja saúde!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Puto-Reguila diz que faltam 30 dias para as férias...



Pharrell Williams - Happy

Sou assim. Naturalmente anormal.

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Que eu não sou um ser normal, já percebemos. Mas até onde vai essa anormalidade é que pode dar alguma conversa.

Ora moi, que nem sou muito dada ao lema do sonho comanda a vida, de vez em quando também escorrego e lá dou por mim a voar. E por onde me levaram os meus vôos? Vou contar-vos a minha conversa interior:

- Ahhh, se me saísse o euromilhões! Jesus, não era só eu que ficava bem! Para começar estacionava uma Harley no centro da sala do Rei, com um post-it colado no banco a dizer "Arranjas-me aí um cantinho?". Comprava os terrenos na terra à minha mãe e abria-lhe uma conta com um saldo que lhe proporcionasse, sobretudo, Paz de espírito. Ajudava o pai do puto-reguila a ir para Cuba procurar melhores fisioterapias. Pagava a casa à madrinha do puto-reguila e trocava-lhe as mobílias todas, para ela poder apagar todas as memórias de 9 anos perdidos com o estúpido do B. E comprava-lhe um carro 0 km. Também comprava uma casa à A.C. bem maior que a atual, pois vem aí mais um elemento para a família. Pagava os créditos à habitação à B., à A.V., à L., à P., à H.M., à L., comprava um carro 0 km à L. e ao R., outro à D., um para a C. e outro para a S. Pagava a licenciatura à D. e às minhas sobrinhas. Pagava blá, blá, blá à não-sei-quantas... e comprava blá, blá, blá... à X...

Só sei que entretanto meus queridos, fui assombrada por um pensamento: Ái foda-se! Já gastei o dinheiro todo e não comprei nada para mim!!! 

Claro está que fosse eu atropelada por tamanha sorte, os primeirinhos pensamentos seriam para os nossos filhos e para os nossos pais, mas vos garanto que antes de pensar em mim, teria que ajudar todos os que referi em cima. Só depois conseguiria absorver algo directamente e exclusivamente para mim. Tipo um carrinho novo. Um Mini Cooper, por exemplo. Ou um Fiat 500, que adoro. Comprava-o, assim mesmo, à cara podre.

BOM PRESSÁGIO: Não tenho nada, e tenho, tenho tudo, lá, lá, lá...

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Say what?! # 4



Ao passar os olhos por uma publicação regional, deparei-me com esta publicidade que me virou as entranhas do avesso. Realmente faz todo o sentido. Férias com os nossos familiares atrelados a nós, nem pensar! Não ter onde deixar os nossos familiares pode ser uma dor de cabeça. Tipo enxaqueca. 

Epah, menos!!!

Vamos lá a ver, os serviços prestados por vilas de bem-estar, casas de repouso, lares, asilos, designem-se eles como se designarem, são concerteza necessários. E em alguns casos serão até a única solução. Nenhuma dúvida até aqui. Agora, uma campanha publicitária que foca os idosos ou as pessoas com necessidades de cuidados continuados, como empata-férias... epah, não tenho capacidade de encaixe para isso. Sou fraquinha de cérebro. Mea culpa.

BOM PRESSÁGIO: A concorrência é uma coisa fantástica.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Sei que estou toda queimadinha quando... # 1

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... numa conversa de trabalho com o meu chefe, que é tão somente um director de departamento, lhe transmito há bué material para abate...

BOM PRESSÁGIO: Há palavras piores. Tipo, tipo. Ou tipo cena. É.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Losing it...


Sinto-me entorpecida,


atropelada por mais um punhado de marcas,


 e deixada prostrada na dúvida.



Nesta vida de enleio,


de coração pequeno e apertado,


insisto em esconder de mim mesma,


o que até as paredes sabem...


Estou a perder a .

BOM PRESSÁGIO: Não somos seres acabados. E nada é estanque.
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Say what?! # 3

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É que ainda estou em modo estupefacto-aparvalhada-ó-foda-se!

Como faço muitas vezes com um grupo mais restrito de amigas-colegas, ontem apeteceu-me ir àquele sítio comer uma tosta - gostamos tanto daquelas tostas, que até há uns tempos atrás, tínhamos criado o dia da prevaricação: sextas-feiras seríamos o "Gang das Tostas" e desmancharíamos umas quantas.

Elas eram Tostas à Madeirense, Tostas Primavera, Tostas de Frango, Tostas de Atum ou ainda a bela da Tosta Àquele Sítio.

Mas ontem tudo mudou. Acabaram-se aquelas tostas, naquele sítio. Acabou-se o reflexo condicionado, do salivar galopante ao aproximar-me da hora de almoço. Acabaram-se as sextas do pecado. Porquê? Bennyzita vai contar-vos.

Não sendo sexta, nem estando reunido o Gang, ontem apeteceu-me uma tosta. Mas apeteceu-me, muito! E lá fui com a amiga-colega Cris. Pedi uma tosta de frango. Quando comecei a traça-la senti de imediato que algo não estava bem. Algo tinha um travo esquisito. Comentei com a Cris. Ía tentando perceber o que seria, mas a carrada de óregãos colocados (pela 1.ª vez!) dentro da tosta, junto com o tomate, não me ajudavam a deslindar o que estaria errado. Continuei a comer, mas cada vez mais convencida de que algo não estava mesmo bem. Eu abria a tosta e olhava, cheirava, mordiscava, e sempre a mesma combinação: algo está estragado e não sei o quê!

Sendo que aquele sítio era um lugar de paragem comum, gozando já de algum à vontade com a proprietária do estabelecimento, dirigi-me ao balcão, à sua pessoa, e discretamente iniciei a seguinte conversa:

Benny - Diga-me uma coisa, quando é que cozeu o frango?
Ursa - Ontem à noite. Porquê?
Benny - Porque há algo na minha tosta que não me está a saber bem...
Ursa - Só se for da maionaise. Eu mudei de marca e ontem à noite quando a comi também não gostei muito do sabor dela... - WTF?! Quis morrer e não tive tempo # 1!
Benny - Perguntei pela cozedura do frango, porque sei que basta um dia no frigorífico para que fique alterado o sabor...
Ursa - Pois... em relação ao frango não lhe posso garantir que era fresco, porque eu, até gosto é de os comprar no talho, mas esse comprei no Modelo... -  WTF?! Quis morrer e não tive tempo # 2!
Ursa n.º 2 (Benny) - Queria pagar por favor...
Marido da Ursa - 3,5 €.  -  WTF?! Quis morrer e não tive tempo # 3!

Fiquei sem reacção. A minha antítese apoderou-se da minha pessoa, paguei e fiz-me à vida.

E agora andam-me aqui a zumbir umas quantas WTFs na cabeça... Então não gostou da maionaise e serve-a aos clientes?! Não pode garantir a qualidade da carne que escolhe comprar, quem garante?! Gosta de comprar no talho, mas não garante a qualidade porque comprou no Modelo... Então se pensa assim, porque raio compra no Modelo?! Pior, porque raio não escrevi no belo do Livro de Reclamações?! Ora foda-se!...

BOM PRESSÁGIO: Não volto àquele sítio e nem voltarão provavelmente, os 350 colegas com quem já partilhei esta história.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Tesourinho lamechas "Aqui Me Confesso" # 8




Love... You've found me!

1 Fevereiro 2012

Já tive a oportunidade de partilhar convosco mais que uma vez, que nasci uma apaixonada. Apaixonada pela vida, numa forma geral. E partilhei igualmente, como se foi movimentando essa minha capacidade de amar as coisas, as pessoas, as causas, enfim, qual foi o seu curso.
Claro que em muitas fases, esta necessidade de me consumar nas coisas e nos outros foi ferozmente atacada pelas vicissitudes da vida, e as consequências foram tudo menos inofensivas.
Ao longo dos anos fui esporadicamente resgatando a minha fé no amor. Ora a libertava de uma fenda onde ficara presa, ora a puxava do fundo de um poço escuro. Mais, ou menos capaz, voltou sempre à vida.
Porém, na última prova de resistência, a necessidade de amar e de ser amada deu-se por vencida. Foram demasiados os ataques sofridos, demasiados os ferimentos, demasiado o sangue perdido. E foi nessa altura que decidi boicotar essa minha necessidade de viver no seio do amor. Amor de um homem, entenda-se.
Nas minhas conversas com Deus, fui-lhe pedindo que não voltasse a colocar à prova essa minha natureza. Estava cansada da frustração e tinha a certeza que quantas vezes me desafiasse a amar, tantas seriam as vezes em que voltaria a sofrer. Porque nenhum homem me daria ou desejaria receber de mim, o meu conceito de amor. E fui-me convencendo dessa utopia. Fui-me convencendo que Deus me estava a dar ouvidos. Até ao dia em que aconteceu exactamente o contrário do que tanto havia pedido.
Pela primeira vez na minha vida, o amor procurou-me. Até aqui, tinha sido sempre eu a procurá-lo. Acredito agora, que esteve à espera que eu simplesmente desistisse da minha busca, para que pudesse tocar-me no ombro, abraçar-me, e sussurrar-me ao ouvido: estou aquiE já não vou embora.
Digo-vos que se almas gémeas existem, e se se buscam, então essa será a nossa história. A mesma forma de existir no outro, a mesma necessidade de partilha, a mesma vontade de criar uma extensão nos filhos, ouvir e cantar a mesma música,  compartilhar a paixão por marcar a vida na carne, sei lá, um mundo infinito de afinidades...
Hoje posso dizer-vos, que muito do que um dia foi sonho, ilusão, é hoje realidade. Hoje tenho uma pessoa que se preocupa e que cuida de mim. Uma pessoa que está feliz com a minha felicidade, e que fica desconsolada se eu estiver infeliz. Uma pessoa que me mima e que brilha quando a mimo. Uma pessoa que funde o seu corpo no meu, e viaja comigo até um prazer que não tem fim. Uma pessoa que estando na maioria das vezes fisicamente longe, está espiritualmente perto.  Uma pessoa que faz tudo o que está ao seu alcance, para podermos estar juntos, 10 minutos que sejam.
CONFESSO: a vida ofereceu-me um amor com 70 km de barreira, but guess what? A puta da barreira tem os dias contados!

BOM PRESSÁGIO: Apesar de ainda não termos conseguido derrubar a barreira, continuamos de pedra e cal. Já lá vão 29 meses.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Como deve estar crescida...


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Isto de proceder de uma família disfuncional, talha-nos para sermos contadores de histórias, na sua grande maioria, vividas na 1.ª pessoa. E aguça-nos a veia fadista.

Hoje conto-vos que a minha primeira sobrinha menina, atinge igualmente hoje, a maioridade.

Fui tia pela 1.ª vez aos 5 anos. Passou-me um pouco (muito) ao lado. O meu sobrinho estava para mim, mais ou menos como o careca Pepe que recebi nesse Natal. O meu sobrinho era um boneco, ponto. Só que era um boneco chato, porque tinha que se ter mil cuidados com ele. O Pepe era bem mais versátil! Não havia a questão do tem cuidado com a cabeçinha dele, não a deixes tombar! Não apertes muito, Benny! Não isto! Não aquilo!  - Bah! Vou ali brincar e já volto.

Da Joana foi diferente. Já tinha 21 anos e um instinto maternal apurado. Vivi ansiosa até ao seu nascimento. E faz hoje 18 anos que a conheci. Era a minha menina. Feia que doía. Cara chapada do meu irmão. Nunca tinha visto um bebé tão parecido com um adulto! Era feinha, verdade, mas isso contava zero. Era um pouco minha e eu estava radiante de felicidade. 

Vivi a minha pequena (grande) reguila até aos seus 3 anos. Também ela nascida de uma célula da nossa família disfuncional, a sua vida não iria ser fácil. E durante esses 3 anos passaram-se situações terríveis entre os seus pais. Eu fui conseguindo ser um pouco a rede da pequena, em momentos como aqueles em que a mãe, completamente ensandecida pelo passo errado que foi casar com o meu irmão, gritava o ódio pelo mau marido e mau pai que tinha a seu lado.  Olhando para a sua bebé de apenas 2 meses, gritava agarrada aos cabelos, que a odiava! E fazia-o, segundo  ela, tão somente, porque a semelhança física da sua filha com o pai era demasiado evidente, e isso, obrigava-a a confrontar-se com uma presença do meu irmão, constante.

As cenas foram muitas. Vergonhas em qualquer sítio e a qualquer hora. Cenas de pancadaria com polícia à mistura. A família da minha ex-cunhada, embrulhada com o meu irmão, que acabava por arrastar o meu pai. Jogos de força e de poder, e pagava  a mais inocente de todas, a minha sobrinha. E eu cada vez mais, sobrava naquelas cenas.

Inevitavelmente fui entregando o guião e o cenário, a quem dele fazia verdadeiramente parte, e o tempo foi passando, passando, e nunca mais voltei a ver a minha sobrinha. Seguiu rumo com a sua mãe, o meu irmão seguiu rumo com quem apanhou pelo caminho, e eu, fiz-me igualmente ao caminho.

Passaram 15 anos.

BOM PRESSÁGIO: Sou tia de outros 5 sobrinhos por afinidade, que me adoram e que eu adoro, e que tenho a felicidade de acompanhar.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Up, down... In, out... On, off

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Há coisas que me têm consumido nos últimos tempos. E têm-me consumido, muito. São coisas completamente distintas entre si, mas que acabam por se cruzar de uma maneira ou de outra. Quanto mais não seja, na minha falta de capacidade em geri-las.

Nesta fase em que passamos a ter trinta e muitos, desconfio que existe uma espécie de mecanismo interior, que desencadeia uma necessidade natural de alinhar a vida. Nada contra. Muito a favor, até. A chatice é que estou tão enleada, que não sei por onde começar a alinhar. Nem muito, nem um bocadinho, nada.

Tenho procurado ler pensamentos-padrão, chavões daqueles capazes de nos espevitar o ânimo, mas até nisso estou desenxabida.

When life closes a door, it opens a window.
... and then zombies climb in and eat you.

BOM PRESSÁGIO: Ainda bem que não existem zombies no meu bairro. Pelo menos não daqueles que nos comem. Exclusivamente com dentes. 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Amanhã, 1 de maio...

Imagem retirada da Internet

Diz que sim, que vem aí festa. E parece que a Benedita agora só aqui passa em dias festivos. Para recolher mimos e afagos na alma. Não, sim. Não passo por aqui exclusivamente em dias de festa para me sentir acarinhada, mas sim, sempre que aqui passo, sinto-o.

Amanhã a vossa Benny completa 39 anos. Pois. Estou uma pré-quarentona. 

Ao contrário do que fiz na maioria das vezes, à porta de mais um aniversário, não vou olhar para trás, e ficar a fazer considerações, análises ou exames de consciência ao passado. Sei que, o lá atrás, acaba por funcionar quase sempre como uma espécie de zona de conforto, mesmo no que corre menos bem, ou muito mal até. O que está para trás já sabemos como foi. O que se riu. Ou, até onde se chorou. Não há desconhecido. Não há dúvidas. Não há hesitações. Está tudo lá. Registado. Imutável.

 Não vou fazer essa visita. No way.

Sinceramente, espero apenas comemorar mais um dia de aniversário, perto de quem me queira bem e de quem me ame incondicionalmente, sentir quem de longe me carrega no coração, e se possível, sentir aquela inspiração especial para me encontrar nas pequenas coisas, e ser feliz!

BOM PRESSÁGIO: 39 anos... getting wise!!!

quinta-feira, 20 de março de 2014

Delícias do meu Puto-Reguila # 6


Ontem o Puto-Reguila trouxe alguns trabalhos que fez na escola e no ATL, alusivos ao Dia do Pai. Mas este teve uma particularidade:

- Mãe, preciso de uma argola. Estamos a fazer um porta-chaves na escola, para oferecer aos pais.
- Ái sim? Ideia gira!
- Sim, mas o meu vai ser diferente.
- Diferente? Porquê?
- Os meninos estão todos a fazer um carro. Mas como o pai teve o acidente grave de carro, eu vou fazer uma gravata...

Este cuidado criou-me um sentimento ambíguo. Feliz pela sua sensibilidade, mas triste pela realidade.

No entanto, ontem tivemos uma grande surpresa. Eu estava na cozinha com a mãe do P., quando começo a ver um vulto a aproximar-se da entrada. Era o P. que já veio sozinho na sua cadeira-de-rodas, até à cozinha! O lado direito que ficou totalmente paralisado na sequência do acidente, já vai mexendo, então, com os pés veio puxando a cadeira e com o braço esquerdo controlando a roda da cadeira. Que inesperado! E como ficámos tão felizes!!!

Faz amanhã 31 meses desde o dia do acidente. A recuperação tem sido lenta. Demasiado lenta. À parte da lesão cerebral grave, há uma depressão muito grande instalada, que tem sido um grande obstáculo à recuperação do P. Mas felizmente a vida deu-lhe o que precisa. Tempo! E desde Dezembro que fez um clique e tem estado a colaborar e a conseguir enormes progressos.

O Dia do Pai, não poderia ter sido mais especial!

BOM PRESSÁGIO: Demore o que demorar, os especialistas dizem que pode voltar a andar e a fazer uma vida minimamente independente.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Pai

Imagem retirada da Internet

Hoje é dia do pai. Não que me sinta obrigada a recordar-te especificamente hoje, pois tenho-te presente ao longo dos dias, nas mais variadas formas. Tenho-te em palavras, em cheiros, em sons... em memórias. Mas sim, sinto uma vontade particular de falar para ti.  E verdade seja dita... hoje é especialmente difícil não passar por ti...

Nunca ousei dizer-te, mas custava-me horrores o 19 de Março. Custava-me os beijos especiais que te dava e os trabalhos que fazia na escola por ser dia de S. José, e ainda assim para ti, não passar de um dia como qualquer outro. Percebo hoje que Dia do Pai pouco representasse para ti, não só pelo pai que tinhas, mas também pela importância que os meus dois irmãos mais velhos não te davam. Mas na altura chateava-me que não lhe desses valor, pelo menos por mim. E a vida tem destas ironias, pai. Hoje daria tudo para te ter aqui, indiferente ao dia, indiferente a mais dois beijos ou indiferente à lembrança que te comprasse propositadamente para assinalar o dia. Hoje daria tudo para me incomodar com mais um Dia do Pai. Ou talvez não. Talvez pudesse ter-te tornado mais doce, mais disponível, mais feliz, e déssemos um abraço forte, nos enchêssemos de mimo e fossemos comemorar o dia do pai, numa jantarada daquelas que só tu sabias animar...

Cheguei a sentir que a tua partida poderia trazer alguma Paz. E não sinto qualquer tipo de culpa por esse sentimento. Tu sabes bem porquê, pai. Mas hoje digo-te de coração desarmado, que foste a minha maior perda, e que dava anos da minha vida para te ter de volta!

terça-feira, 11 de março de 2014

Já temos vencedor!


E já está!

Até ao final do dia 10 de março, foram deixados 17 comentários. Contudo, considerei apenas o total de 16 visto a querida Dear Daisy - passo a redundância - ter deixado dois, um em complemento do outro. Assim, quem vai receber o livro que assinala o 2.º aniversário, é o comentário n.º 9 que foi assinado por... por... por... CORISCARUIM!!! Uma menina que nem gosta nada de ler!

Mais uma vez, agradeço a todos os que vão tirando um tempinho de si, e me vão visitando, incluindo os que aqui passam, mesmo em silêncio. Obrigada de coração!

BOM PRESSÁGIO: Os CTT vão ter mais uma encomenda. E vão ter que nadar que se farta!

domingo, 9 de março de 2014

Nighty Night... Sleep Tight... and Don't Let The Bedbugs Bite # 31



Whithin Temptation Feat. Tarja - Paradise (What about us?)

sexta-feira, 7 de março de 2014

Parabéns a você...

Imagem retirada da Internet
2 anos se passaram desde que este espaço nasceu. 2 anos se passaram e tantos foram os acontecimentos. Aqui, como em qualquer outro lado.

Muito partilhei convosco, mas muito mais ficou ainda por partilhar. Mais afastada deste meu espaço que nunca, são vários os motivos que me têm feito ficar longe deste meu canto, e consequentemente, dos vossos. Mas não poderia deixar de assinalar o dia 7 de Março, como um dia especial.

Sinto falta de escrever, sinto falta da minha liberdade de expressão, sinto falta das minhas partilhas e das nossas trocas de palavras. Sinto tanto a falta! Mas neste momento o tempo não é meu aliado, facto que já me tem feito questionar, se fará sentido este espaço continuar a existir. Apesar da dúvida, mantenho-me ainda agarrada à ideia de que este lugar é parte de mim, e onde poderei a qualquer momento regressar na força da felicidade, ou na ferocidade da angústia.

Anyway, queria agradecer a todos quanto ainda consideram o Pousos um lugar onde vale a pena pousar, e dizer-vos que volto já.

BOM PRESSÁGIO: Para assinalar a passagem do 2.º aniversário do Pousos, a vossa Benny tem um livro para sortear. Basta que deixem um comentário neste post até ao final do dia 10 de Março e no dia seguinte, através do Random Number Generator, encontraremos o vencedor.