quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Shut the fuck up!!!

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Desde que aquela-amiga-que-era-a-irmã-que-nunca-tive-e-que-me-desprezou-vai-se-lá-saber-porquê,  me fez o favor de abandonar a minha vida (e muito grata lhe fico), que apesar dos pesares, ficou um vazio em mim. Porque desde sempre necessitei de ter alguém com quem falar, partilhar, rir, chorar, desabafar tudo o que me fazia feliz ou tudo o que me consumia, e no último ano, foi com ela que o fiz. E agora continuo a ter as minhas questões que preciso de dar à partilha, tenho os meus receios, as minhas dúvidas, e vejo-me obrigada a fechar tudo a 7 chaves. Porque apesar de ter amigas que muito dificilmente me espetariam a faca nas costas, perdi a coragem de entregar o meu mundo mais íntimo. E faz-me tanto mal conter-me. Tornar a minha intensidade reclusa em mim mesma, está a matar-me aos poucos... FUCK!

BOM PRESSÁGIO: A minha psicóloga costuma ser um bom escape, mas não só temos apenas 45 minutos por semana, como muitas vezes existem contingências naturais, que nos impedem de trabalhar por mais de um mês. Como é o preciso momento.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O que dizem os teus olhos?

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Assim em modo Daniel Oliveira, ao meu jeito:

Gosto de música. Gosto de dançar. Não gosto de "ses". Gosto de gargalhar. Gosto de fazer gargalhar. Não gosto de coentros. Gosto de gente humilde. Não gosto de sardinhas. Gosto de praia. Não gosto de gente mal-resolvida. Gosto de me maquilhar. Gosto de tatuagens. Não gosto de frio. Não gosto de me atrasar. Gosto de marcar as pessoas. Gosto de cabelos curtos. Gosto de cabelos compridos. Não gosto de gente homofóbica. Gosto de desafios. Gosto de ler. Não gosto de caviar. Gosto de mimar. Gosto de ser mimada. Não gosto de faltas de consideração. Não gosto de rótulos humanos. Gosto de mim. Não gosto de mentiras. Gosto de dar colo a quem precisa. Gosto de conhecer pessoas. Não gosto de aranhas. Não gosto de ter pesadelos. Gosto de cantar. Gosto de aprender línguas. Gosto de exercício físico. Não gosto de lingueirão. Não gosto de racismo. Gosto de escrever a lápis.

Ainda em modo Daniel Oliveira, mas ao jeito da Benedita:

Gosto de acreditar que escrevo bem. Não gosto de gente a cheirar a transpiração. Não gosto de chicos-espertos. Gosto de avacalhar. Gosto do hálito a café. Não gosto de gente pseudo-qualquer-coisa-que-seja. Gosto de chorar a rir. Não gosto de polítiquices. Gosto de kizombar. Não gosto de parasitas. Não gosto de trancas largas. Gosto de barbas. Gosto de saltos-altos. Não gosto de pêlos naqueles sítios. Gosto de viver rodeada de gente. Não gosto de peidos dentro da cama. Gosto de ser expressiva. Gosto de dizer palavrões quando estou fodida com alguém. Não gosto de pensos higiénicos. Gosto de ter um blogue. Gosto de ser cabrona. Não gosto de andar tesa. Não gosto da minha ex-sogra. Não gosto de ter bigode.  Gosto de marmelada daquela. Não gosto de VIPiolhosos. Gosto de caracoladas. Não gosto de Judas. Gosto de dar baile a quem se acha. Gosto que gostem de mim.

BOM PRESSÁGIO: Os meus olhos dizem que sou grata pelo bom, pelo mau e pelo melhor.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Bloqueia-me... vá lá!

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Apercebi-me recentemente que existem pessoas que vivem com bloqueios. Bloqueios tecnológicos, note-se.

Aquela-amiga-que-era-a-irmã-que-nunca-tive-e-que-me-desprezou-vai-se-lá-saber-porquê (ou calcula-se porquê), falou-me um dia num fulano que bloqueara no facebook. Mais tarde partilhou comigo que bloqueou uma outra criatura no telemóvel, através do filtro de assédio, coisa que aqui a ursa desconhecia existir. Depois essa mesma amiga-que-era-a-irmã-que-nunca-tive-e-que-me-desprezou-vai-se-lá-saber-porquê (tenho quase a certeza do porquê, mas adiante), disse-me que a paixão da sua vida também tinha o beltrano, a fulana e o cicrano, bloqueados no telemóvel. Questionei-me: estaria eu com falta de conflitos na minha vida? Seria normal viver sem ter pelo menos uma alma bloqueada? Quer dizer, uma pessoa fica à toa...

Giro, giro, é que acabou por ser a própria da amiga-que-era-a-irmã-que-nunca-tive-e-que-me-desprezou-vai-se-lá-saber-porquê (eu sei porquê), que me levou a sair, da anormalidade de viver uma vida sem bloqueios. Bloqueei-a.

BOM PRESSÁGIO: Já dizia a minha mãe: amiga é a minha barriga, e é se ela não me doer!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Melhor de Mim, by Mariza


Quebro as algemas neste meu lamento


Se renasço a cada momento


Meu destino na vida é maior


Também eu vou


Em busca da luz


Saio daqui


Onde a sombra seduz


Também eu estou


À espera de mim


Algo me diz


Que a tormenta passará


É preciso perder


Para depois se ganhar


E mesmo sem ver


Acreditar!

BONS PRESSÁGIOS: A vida pode ser demasiado curta para sermos infelizes por opção.
(Imagens retiradas da Internet)

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Estou que não me aguento... zzzzz....

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E basicamente os meus dias agora são isto. Uma luta constante para não ceder ao sono. Verdadeiro tormento, acreditem! É que até um simples levantar-me da cadeira para um xixizinho, me custa horrores. 

BOM PRESSÁGIO: Não sendo uma estreia, uma semana de adaptação deve ser o quanto baste. Espero.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Take cover

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Nem sempre é benéfico exibirmos as nossas fragilidades. Não que isso nos diminua de alguma forma enquanto seres humanos, mas porque nos expõe a situações de um desgaste emocional, de uma corrosão psicológica, e de um cansaço físico acrescidos. E não falo do expor as nossas fragilidades ao mundo. Falo do expo-las, ao nosso pequeno mundo.

BOM PRESSÁGIO: Hoje é dia de expor fragilidades. No mundo certo.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

PQP!



Somos muitos na instituição. Juntá-mo-nos 19 e apostámos para a excentricidade colectiva. Tirámos uma chave automática de apenas 2 € para completar a aposta. E esta foi a chave que nos assistiu. E Puta Que Pariu, certinhos nas estrelas, mas 4 números exactamente ao lado?!?! 4.614,34 € a passarem de raspão?! Oh frustração da gaita...

BOM PRESSÁGIO: Insiste, insiste, não desiste. Já voltámos a apostar para sexta. Que é 13!!!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Evil on the loose

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Não suporto pessoas que sejam altivas. Arrogantes. Soberbas. Autoritárias. Déspotas. Prepotentes. Maquiavélicas. Cruéis. Diabólicas. Impiedosas. 

Agora imagine-se o infortúnio de uma criatura assim, tão nefastamente poderosa, atravessar o nosso caminho.

BOM PRESSÁGIO: Um dia libertar-me-ei de toda a opressão psicológica.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Somos todos fortes. Somos todos fracos.

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Estavas tão próximo de conseguir. Cheguei a sentir-te tão segura de ti própria. Conseguiste erguer-te, consolidar-te, conseguiste crescer. Muito! Passaste a transmitir segurança a quem dela precisava. Garantiste que o sofrimento era um caminho necessário, e que dessa cruzada, se sairia mais resoluto,  mais coeso, mais confiante e diligente. A tua evolução foi tão notória, que trilhavas a vida num ritmo alucinante.

Agora, embora ainda te reste alguma habilidade para criar artifícios, sei-te enfraquecida, descrente, sorvida de energia. E sabes que mais cedo ou mais tarde, o disfarce será denunciado. Porque até a força para colocar a máscara, te vai faltar. 

Sabes isso, não sabes Benedita?

BOM PRESSÁGIO: Dar dois passos atrás, pode ser um enorme avanço.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Wow! # 2




Rachel Potter feat. Voice Play - I Knew You Were Trouble

Dropping off or picking up?


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A porta tem estado apenas no trinco. Há muito que estou de saída...
Tanta bagagem emocional racionalmente alinhada no hall. À espera que eu decida seguir viagem...
Estou ancorada a ti. A nós. Aos outros. 

BOM PRESSÁGIO:  Quase quase, 4 anos.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Poderias descer à terra...?

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Às vezes penso que se estivesses vivo, tudo seria diferente. Talvez seja apenas uma necessidade de me sentir defendida, após tantos anos a defender-me orgulhosamente só, de tudo e de todos. O que é certo é que me convenço que contigo ao meu lado, tudo seria diferente. Acredito que nenhum dos sofrimentos que me têm causado, sairiam a custo zero. Farias com que fossem valorizados, lágrima por lágrima. 

Às vezes penso que se estivesses vivo, tudo seria mais fácil de resolver. Talvez seja apenas uma necessidade de sentir um aval prévio, para todas as decisões que sempre tomei, convictamente sozinha. Ou quem sabe, no teu conforto não deixaria morrer a minha fé no homem, na família, no casamento, na vida.

Na verdade Pai, o que está a acontecer é que sozinha já não consigo garantir a justiça, nem romper com acontecimentos-padrão. Estou enfraquecida. Sugada na energia e na capacidade de reagir. E por isso às vezes penso que se estivesses vivo, serias a minha tábua de salvação...

BOM PRESSÁGIO: Poder construir a melhor imagem de ti... priceless!

Love's Divine, by Seal


Then the rainstorm came, over me...


... and I felt my spirit brake...


... I have lost all of my, belief you see...



... and realized my mistake...


... but time threw a prayer, to me...


... And all around me became still.

BOM PRESSÁGIO: Melhores dias virão.
Imagens retiradas da Internet

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Chama-se pensão de alimentos


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Desde janeiro que ando às cambalhotas de despacho em despacho, no Tribunal de Menores. Uma ginástica muito completa, fiquem sabendo. Verdadeiros treinos de alta intensidade, que promovem o desenvolvimento de uma maior resistência na paciência, na calma, na tolerância e na fé. Impulsionam igualmente, a elaboração de planos de emergência financeira. Autênticas oportunidades de crescimento, portanto.

E tenho a dizer-vos... system failure error! Estou a perder a paciência, a calma, a tolerância, a famigerada fé, e os Euros que não trazem felicidade, já nem são os meus.

BOM PRESSÁGIO: Diz que quando está em causa o bem estar dos menores, a justiça actua mais rápido.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

que-ro, não-que-ro...

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Se há coisas que me irritam e me tiram do sério, são os fora-da-mãe, vulgo, fora-de-tempo. 

Algo que se desejou muito que acontecesse,  acontecer quando já não se deseja, desculpem-me a expressão, mas é fodido!

BOM PRESSÁGIO: Provavelmente se tivesse acontecido, teria sido um fracasso, anyway

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Outono... Tudo cai...


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E quando não te apetece estar em lado nenhum, quando não te apetece estar com ninguém, quando não te apetece falar, quando não te apetece comer, quando não te apetece ler, quando não te apetece fazer tricot, quando não te apetece arranjares-te, quando não te apetece fotografar a vida, quando não te apetece sair da cama sequer... you're in big troubles, lady! 

Recaída aproxima-se a todo o vapor.

BOM PRESSÁGIO: Não ignoro os sinais. Já estou atenta à jogada.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Gotta get on moving

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Por estes dias tenho-me sentido numa espécie de limbo. Tenho vivido de uma forma esquecida. Esquecida de mim. Tenho-me centrado na minha existência nos outros, negligenciando a existência em mim própria.  Já dizia o Sr. Sait-Exupéry "(...) Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas (...)". E se o sou. E se me sinto agora reclusa, do tanto que cativei.

Tenho caminhado sobre finas e frágeis estacas de cristal.  E eu gosto de poder caminhar pesado, firme, seguro. Ter chão onde cair, no tempo das quedas. Ter chão onde me apoiar, quando for tempo de me reerguer. E eu preciso de chão.

BOM PRESSÁGIO: Vou ficar mais forte. É. 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Árvores feridas

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Ontem pela primeira vez em 3 anos de escola, o meu filho saiu das aulas com um semblante carregado, sobrancelhas cerradas, lábios contraídos. Como todos os dias, perguntei se o dia tinha corrido bem. Não recebi a resposta de todos os dias.

Foram precisos poucos minutos para que o meu pequeno-grande menino começasse a libertar a ira que o consumia.

O trabalho de casa era desenhar a árvore genealógica. E colocou-me o dilema, num registo tão desinquietante, para uma mãe de um menino de 8 anos:

- Diz-me mãe, como é que vou desenhar dois avôs que nem conheci?! E como vou desenhar aquela estúpida?!

À parte de ter procurado sensibilizar o Salvador para compreender que o ódio, a raiva, o rancor, serem sentimentos que não nos fazem bem, mesmo quando temos legitimidade para os sentir, fiquei a pensar que nos dias que correm, com tantas famílias que se separam, que se desmembram, que passam por litígios, não deveria a abordagem nas escolas à temática família, ser revista? 

Claro que a nossa ascendência é e será sempre importante, mas valerá a pena obrigar à sua esquematização para que se compreenda o conceito? Para muitas crianças ver todos os elementos reunidos numa só imagem, pode ser bastante perturbador e poderá ser até, um contra-senso àquela que é a realidade de muitos...

BOM PRESSÁGIO: Aliviei o peso oferecendo-me para desenhar a pseudo-família. Decidimos converter o sinal da avó paterna, numa verruga com pêlos. Porque merecemos uma vingançazinha. Os dois. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Más-sogras-que-são-péssimas-mães-e-avós-desprezíveis


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Não há-de andar tudo louco... Neste momento, até eu cometia uma loucura! 
Garanto-vos, deixava-a bem amolgada, mas viva. Viva, para ter que viver na única condição em que merece existir: na de parasita!

Um dia destes, conto-vos a história.

BOM PRESSÁGIO: Luto pelos direitos do meu filho. E só por ele, não perco cabeça.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Deixa que te cuidem...

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Pegadas na Areia

Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andava na praia com o Senhor e através do céu, passavam cenas da minha vida.
Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei então ao Senhor:
- Senhor, Tu disseste-me que, uma vez que resolvi seguir-Te, Tu andarias sempre comigo, em todo o caminho. Contudo, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque é que nas horas em que eu mais necessitei de Ti, Tu me deixaste sozinho.
O Senhor respondeu-me:
- Meu querido filho. Jamais eu te deixaria nas horas de provação e de sofrimento. Quando viste na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exactamente aí que eu te peguei ao colo.


Margaret Fishback Powers, 

Tenho objectos que me acompanham, impreterivelmente, diariamente. A minha agenda é um deles. E nela tenho este poema, que passa anualmente de agenda para agenda. Há mais de 10 anos que o faço.

Transporto-o comigo, não pela ligação que tenho a Deus. Até porque atravesso uma fase na minha vida, em que carrego o peso de uma espécie de, solidão espiritual, digamos assim. Transporto-o sim, como um género de consagração, porque ao longo da minha vida, tenho carregado muitas vezes, diversas pessoas, ao colo. Água benta e presunção... eu sei, eu sei. E por saber, é que não tenho porque não reconhecer que o meu altruísmo, já foi, é, e há-de ser sempre, o colo de alguém. 

Bem... na verdade, transportava-o com essa convicção.  Mas nos últimos tempos, fruto de vivências um pouco duras, compreendi que este poema acompanha-me afinal, para que eu aceite que as relações são, devem ser, bilaterais, e como tal, tenho de dar oportunidade aos que me rodeiam, de cuidarem de mim, de olharem por mim, de, também eles, me carregarem ao colo. 

BOM PRESSÁGIO: Tenho agarrado as mãos que se têm estendido. E sabe tão bem, que cuidem de nós!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Rasgos de infância #1

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Hoje assim do nada, dos confins da caixinha da infância, revivi o momento em que com para aí 6 anos, pedi ao meu pai uma pastilha Gorila. Deu-me uma nota de 20$00 e disse-me para ir compra-la à tabacaria, que ficava a poucos metros da nossa loja. Quando regressei, o meu pai pediu-me o troco. Troco? Qual troco? Era para trazer troco?! 

Deliciei-me ao recuperar a expressão de espanto do meu pai, quando me viu quebrar a conchinha que formei com as duas pequeninas mãos e em que larguei  pastilhas que nunca mais tinham fim, em cima da sua secretária.

Bem, lá o pai vai ter que dar-te uma ajudinha a despachar tantas pastilhas

Desconfio que este pequeno stock deu origem a uma das suas tentativas em deixar de fumar.

BOM PRESSÁGIO: Feliz de quem tem pequenas-grandes recordações.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Ah... e tal... ninguém é perfeito, não é verdade?


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Ninguém é perfeito. O Chavão que auto-iliba muitas pessoas de sentimentos de culpa.

Ninguém é perfeito. O esconderijo para quem não quer assumir consequências dos seus actos.

Ninguém é perfeito. A fuga para quem não tem argumentos.

BOM PRESSÁGIO: Não preciso felizmente, de chavões, esconderijos ou de fugas, para assumir os meus defeitos. Menos ainda, para reconhecer as minhas virtudes.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Sei que estou toda queimadinha quando... #2

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... chego a casa e no modo automático, desço do salto-alto para calçar o belo do chinelo, e só depois de percorridos uns metros valentes, percebo que me montei numas sabrinas.

BOM PRESSÁGIO: Wake-up call para quando chegar o inverno, não calçar uma gata em cada pé.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Damn you, Murphy!

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É que não há hipótese. Quando se abre a comporta do azar, tudo o que há para correr mal, podem ter a certeza, que vai correr mal. Ou se vai! Demonstração da  Lei de Murphy!

Sexta-feira, tocaram os sinos. O portátil finou-se. 

Sábado, voltaram a tocar os sinos. A torneira do lavatório desenvolveu incontinência permanente.

Domingo de manhã, malditos sinos! A máquina de lavar roupa, renunciou ao cargo. 

BOM PRESSÁGIO: Quando começar a correr tudo bem, vai ser um alvoroço por estas bandas!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Sabedoria popular


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Diz o povo que há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.

Contas feitas à minha existência, so far,  flechas lançadas  a pontapé,  disparadas numa trajectória perfeita, certeira; palavras pronunciadas, fuf... as desejáveis, as mais bonitas, as mais doces, as piores, as mais duras, as mais injustas e as mortais; oportunidade perdida... vai-se perdendo.

BOM PRESSÁGIO: Vou ali falar com o povo, e já volto.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Turning tables, by Adele



Close enough to start a war...


... All that I have is on the floor...


... God only knows what we're fighting for...


... all that I say, you always say more...



... I can't keep up with your turning tables...



... Under your thumb, I can´t breathe...

BOM PRESSÁGIO: Haja música.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Experiência precisa-se

 
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Para mim, chegar aos 40 não foi drama nenhum. Muito pelo contrário. Senti que aquela conversa da idade ser experiência, efectivamente se comprovava. O que tornou esta etapa dos 40, tão apetecível. 

Com pouquíssimos meses disto, deparo-me com uma nova constatação: nem todos os 40 que por aí andam, maturaram o expectável. Ou maturaram, sequer. E isto instalou na minha pessoa, uma dicotomia em que a minha vontade de acolhê-la é igual a... hum... digamos... zero. 

Desafio/Punição. 

Se por um lado pode ser desafiante e proveitoso até, participar, colaborar no processo de amadurecimento de alguém, por outro lado pode ser uma verdadeira punição, enfrentar 40's que não só não estão interessados em investir na "experiência", como a desvalorizam, desprezam, negam a sua importância e até, o papel decisório que a mesma possa ter na resolução de dúvidas, questões, problemas, que a vida tão naturalmente, nos coloca.

BOM PRESSÁGIO: Valorizando eu imenso a experiência, declino o desafio, e rejeito a punição.